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CULTURA MATERIAL, IMATERIAL, PATRIMÔNIO E DIVERSIDADE- DIVERSIDADE CULTURAL, CONFLITOS E VIDA EM SOCIEDADE



Se considerarmos as diversas manifestações que diferentes grupos desenvolveram, em suas múltiplas organizações sociais, a ideia de uma diversidade cultural é bastante óbvia. Assim, diferentes realidades sociais estabelecem e criam suas próprias realidades culturais, e estas são consideradas patrimônios, por sua vez, quando apresentam importância para a sociedade em questão.
É importante, então, entendermos as ideias existentes no que diz respeito a tais noções: Cultura material, imaterial, patrimônio diversidade
Com relação aos elementos de CULTURA MATERIAL, estes são de identificação mais simples. São, sobretudo, produtos da ação humana, da aplicação direta de sua capacidade criativa e cultural. Exemplos de tal material são os monumentos históricos, as cidades e construções representativas de culturas e sociedades, especialmente quando tais construções datam de períodos mais antigos da história humana. A noção de PATRIMÔNIO CULTURAL, como a define a Constituição brasileira de 1988 abrange: 
   
     ... as formas de expressão; os modos de criar; as criações cientificas, artísticas e tecnológicas; as          obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; além de conjuntos urbanos e sítios de valor históricos, paisagísticos, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e cientifico. 

Podemos notar que a definição anterior, contida na Constituição brasileira, não se restringe apenas à cultura material (obras, objetos, documentos, edificações, conjuntos urbanos, etc.), mas também à cultura imaterial (formas de expressão, modos de criar, manifestações artístico-culturais). Esta, por sua natureza mais sutil e impermanente, não possui as mesmas características objetivas dos elementos materiais da cultura humana.








Em conferência ocorrida no ano d 1972, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) constava-se que o patrimônio cultural mundial- além do patrimônio natural- se encontrava em crescente risco de degradação e perda. Ressaltava que, entre os motivos de destruição do patrimônio, estava a "evolução da vida social e econômica", e tais condições de deterioração do patrimônio deveriam ser internacionalmente combatidas.
Antes da Constituição apresentar a definição para patrimônio cultural, a Unesco definia o patrimônio cultural da seguinte maneira:

Os Monumentos: Obras arquitetônicas, de escultura ou de pintura monumentais, elementos de estruturas de caráter arqueológico, inscrições, grutas e grupos de elementos com valor universal excepcional do ponto de vista da história, da arte ou da ciência;
Os Conjuntos: Grupos de construções isoladas ou reunidas que, em virtude de sua arquitetura, unidade ou integração na paisagem têm valos universal excepcional do ponto de vista da história, da arte ou da ciência; 
Os Locais de Interesse: Obras do homem, ou obras conjugadas do homem e na natureza, e as zonas, incluindo locais de interesses arqueológico, com um valor universal excepcional do ponto de vista histórico, estético, etnológico ou antropológico;

Aqui, vale darmos atenção à pretensão universal que a Unesco e sua convenção dão os patrimônios considerados. Segundo a própria organização, " a degradação ou o desaparecimento de um bem do patrimônio cultural e natural constitui um empobrecimento efetivo do patrimônio de todos os povos do mundo." Desse modo, é de forma também ampla e universal que a proteção a tais elementos da cultura humana deve ser realizada.
No Brasil, o órgão responsável pela catalogação e proteção do patrimônio cultural- material e imaterial- é o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). No caso brasileiro, o patrimônio material protegido é composto por elementos culturais classificados de acordo com quatro Livros do Tombo: 

...arqueológicos, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens imóveis como os núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagístico e bens individuais; e móveis como coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos.

A lista completa de bens culturais materiais tombados pelo Iphan podem ser acessados publicamente, através do arquivo Noronha Santos. Sobre o tombamento de patrimônios reconhecidos pelo poder público, o mais antigo instrumento legal das Américas foi a promulgação no ano de 1937, pelo governo brasileiro. O decreto-lei nº 25, de 30 de novembro deste ano, "organiza a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional."
Esse decreto protegia bens móveis e imóveis de interesse público, fossem de pessoas físicas ou jurídicas, contanto que nacionais. Todas as obras de origem estrangeira estariam, assim, excluídas desse decreto de salvaguarda de patrimônio. Quanto ao tombamento, é interessante notarmos que os livros de tombo registram, de acordo com o decreto "obras" e "coisas". Assim, eram passíveis de tombamento "obras de arte" como também " coisas de arte" e "coisas de interesse histórico". A classificação dos elementos culturais como coisas, do mesmo modo que sua definição como bens culturais, apenas reforçava a noção inicial de que o patrimônio cultural era, por definição, material.






Também chamada de cultura inatingível, a dimensão imaterial da cultura preservada como patrimônio tem um caráter, por natureza, de muito mais difícil definição. Ela

...compreende as expressões de vida e tradições que comunidades, grupos e indivíduos em todas as partes do mundo recebem de seus ancestrais e passam(...) a seus descendentes
Apesar de tentar manter um senso de identidade e continuidade, este patrimônio é particularmente vulnerável uma vez que está em constante mutação e multiplicação de seus portadores.

Por causa da vulnerabilidade que esse patrimônio apresenta, sendo intangível e renovado a cada manifestação, através de diferentes gerações, foi preciso estabelecer um mecanismo de defesa e reconhecimento de suas características. Assim, no ano de 2003, a Unesco aprovou uma Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural e Imaterial, complementar à de 1972. Tal convenção se apresenta, dentre outros aspectos:

Considerando a profunda interdependência que existe entre o patrimônio cultural imaterial e patrimônio material cultural e natural, reconhecendo que os processos de globalização e de transformação social, ao mesmo tempo em que criam condições propícias para um diálogo renovada entre as comunidades, geram também, da mesma forma que o fenômeno da intolerância, graves risco de deterioração, desaparecimento e destruição do patrimônio cultural imaterial, devido em particular à falta de meios para sua salvaguarda(...)
 Reconhecendo que as comunidades, em especial as indígenas, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos desempenham um importante papel na produção, salvaguarda, manutenção e recriação do patrimônio cultural imaterial, assim contribuindo para enriquecer a diversidade cultural e a criatividade humana(...).
Observando o grande alcance das atividades da Unesco na elaboração de instrumentos normativos para a proteção do patrimônio cultural, em particular a Convenção para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural de 1972(...)

Desse modo, a Unesco dá novo passo na questão de reconhecimento de elementos culturais ameaçados, criando mecanismos que, também, se pretendendo universal, procura garantir a manutenção de realidades culturais e todo o planeta.
O Brasil do Ratificaria essa Convenção no ano de 2006, mas desde Constituição de 1988, como vimos, considera as formas intangíveis de cultura como elementos a serem salvaguardados. No caso da Unesco, o patrimônio imaterial é entendido como:

... as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas- junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhe são associados- que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural. Este patrimônio cultural imaterial, que se transmite de geração em geração, é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua integração com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade e contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana. Para os fins da presente Convenção, será levado em consta apenas patrimônio cultural imaterial que seja compatível com os instrumentos internacionais de direitos humanos existentes e com os imperativos de respeito mútuo entre as comunidades, grupos e indivíduos, e do desenvolvimento sustentável.

É importante entendermos a questão do patrimônio cultural, seja imaterial, como relacionada diretamente a questões socioculturais básicas. A compatibilidade de tais manifestações culturais- sobretudo no caso do patrimônio imaterial- deve ser levada em conta para que direitos humanos reconhecidos e protegidos pela comunidade internacional, no caso da Unesco, sejam respeitados. Manifestações tradicionais que colocassem em risco a vida de indivíduos, por exemplo, seriam certamente incompatíveis com tal reconhecimento de patrimônio.
No caso brasileiro, antes mesmo da Convenção da Unesco de 2003, um Programa Nacional de Patrimônio Imaterial foi lançado, para tratar das questões que envolvem esse tipo de administração do poder público sobre o reconhecimento de manifestações culturais intangíveis. Esse programa, contribuindo para a preservação da identidade étnica e cultural do país.

... viabiliza projetos de identificação, reconhecimento, salvaguarda e promoção da dimensão imaterial do patrimônio cultural. É um programa de apoio e formento que busca estabelecer parcerias com instituições dos governos federal, estaduais e municipais, universidades, organizações não governamentais, agências de desenvolvimento e organizações privadas ligadas à cultura e à pesquisa.

A proposta brasileira, desse modo, já apontava a importância, antes mesmo da Convenção de 2006, de esforços coordenados entre diversas entidades e instituições, para que a salvaguarda do patrimônio cultural não fosse prejudicada pela falta de alcance das ações. Ainda assim, é válido pensarmos em possíveis dificuldades encontradas para o reconhecimento e proteção de elementos do patrimônio cultural no Brasil.











                                                  
01. (ENEM) as ruínas do povoado de Canudos, no sertão da Bahia, além de significativas para a identidade cultural, dessa região, são úteis às investigações sobre a Guerra de Canudos e o modo de vida dos antigos revoltosos. Essas ruínas foram reconhecidas como patrimônio cultural material pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) porque reúnem um conjunto de: 
a) objetos arqueológicos e paisagísticos                     
b) acervos museológicos e bibliográficos
c) núcleos urbanos e etnográficos
d) práticas e representações de uma sociedade
e) expressões e técnicas de uma sociedade extinta

02. (UFRJ)
.A lei que transforma o funk em patrimônio cultural imaterial do Rio de Janeiro foi aprovada em 2009.
A principal razão para esse reconhecimento legal está associada à política de:

a) defesa de ritmos brasileiros

b) inclusão de grupos políticos

c) projeção de jovens intérpretes

d) valorização de manifestações populares

03. (ENEM) no dia 1º de julho de 2012, a cidade do Rio de Janeiro tornou-se a primeira do mundo a receber o título da Unesco de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural. A candidatura, apresentada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi aprovada durante a 36.ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial. O presidente do Iphan explicou que “a paisagem carioca é a imagem mais explícita do que podemos chamar de civilização brasileira, com sua originalidade, desafios, contradições e possibilidades”. A partir de agora, os locais da cidade valorizados com o título da Unesco serão alvo de ações integradas visando à preservação da sua paisagem cultural. 

Disponível em: www.cultura.gov.br. Acesso em: 7 mar. 2013 (adaptado).

O reconhecimento da paisagem em questão como patrimônio mundial deriva da 

a) presença do corpo artístico local.

b) imagem internacional da metrópole 

c) herança de prédios da ex-capital do país.

d) diversidade de culturas presente na cidade. 

e) relação sociedade-natureza de caráter singular.

04. (ENEM) O que o projeto governamental tem em vista é poupar à Nação o prejuízo irreparável do perecimento e da evasão do que há de mais precioso no seu patrimônio. Grande parte das obras de arte até mais valiosas e dos bens de maior interesse histórico, de que a coletividade brasileira era depositária, têm desaparecido ou se arruinado irremediavelmente. As obras de arte típicas e as relíquias da história de cada país não constituem o seu patrimônio privado, e sim um patrimônio comum de todos os povos. 

ANDRADE, R. M. F. Defesa do patrimônio artístico e histórico. O Jornal, 30 out. 1936. In: ALVES FILHO, I. Brasil, 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad, 1999 (adaptado).

A criação no Brasil do Serviço do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (SPHAN), em 1937, foi orientada por ideias como as descritas no texto, que visavam 

a) submeter a memória e o patrimônio nacional ao controle dos órgãos públicos, de acordo com a tendência autoritária do Estado Novo.

b) transferir para a iniciativa privada a responsabilidade de preservação do patrimônio nacional, por meio de leis de incentivo fiscal.

c) definir os fatos e personagens históricos a serem cultuados pela sociedade brasileira, de acordo com o interesse público. 

d) resguardar da destruição as obras representativas da cultura nacional, por meio de políticas públicas preservacionistas. 

e) determinar as responsabilidades pela destruição do patrimônio nacional, de acordo com a legislação brasileira.


05. (ENEM) Queijo de Minas vira patrimônio cultural brasileiro. O modo artesanal de fabricação do queijo de Minas Gerais foi registrado nesta quinta-feira (15) como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O veredicto foi dado em reunião do conselho realizada no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte. O presidente do Iphan e do conselho ressaltou que a técnica de fabricação artesanal do queijo está “inserida na cultura do que é ser mineiro”.

[Folha de S. Paulo, 15 maio 2008. [/REF]

Entre os bens que compõem o patrimônio nacional, o que pertence à mesma categoria citada no texto está representado em:


a) 
b) 
c) 
d) 
e) 

06. (ENEM) O Cafundó é um bairro rural situado no município de Salto de Pirapora, a 150 km de São Paulo. Sua população, predominantemente negra, divide-se em duas parentelas: a dos Almeida Caetano e a dos Pires Pedroso. Cerca de oitenta pessoas vivem no bairro. Dessas, apenas nove detêm o título de proprietários legais dos 7,75 alqueires de terra que constituem a extensão do Cafundó, que foram doados a dois escravos, ancestrais de seus habitantes atuais, pelo antigo senhor e fazendeiro, pouco antes da Abolição, em 1888. Nessas terras, seus moradores plantam milho, feijão e mandioca e criam galinhas e porcos. Tudo em pequena escala. Sua língua materna é o português, uma variação regional que, sob muitos aspectos, poderia ser identificada como dialeto caipira. Usam um léxico de origem banto, quimbundo principalmente, cujo papel social é, sobretudo, de representá-los como africanos no Brasil.
Disponível em: .
Acesso em: 6 abr. 2009 (adaptado).

O bairro de Cafundó integra o patrimônio cultural do Brasil porque

a) possui terras herdadas de famílias antigas da região.
b) preservou o modo de falar de origem banto e quimbundo.
c) tem origem no período anterior à abolição da escravatura.
d) pertence a uma comunidade rural do interior do estado de São Paulo.
e) possui moradores que são africanos do Brasil e perderam o laço com sua origem.

07. (ENEM) O Ofício das Baianas de Acarajé constitui um bem cultural de natureza imaterial, inscrito no Livro dos Saberes em 2005, que consiste em uma prática tradicional de produção e venda, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê e ligadas ao culto dos orixás, amplamente disseminadas na cidade de Salvador, Bahia.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 29 fev. 2012 (adaptado).
O texto contém a descrição de um bem cultural que foi reconhecido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional) como patrimônio imaterial, pois representa:
a) Um modo de fazer e viver ligado a uma identidade étnica e regional.
b) Um símbolo da vitalidade dessas mulheres e de suas comunidades.
c) Uma técnica culinária com valor comercial e atratividade turística.







d) Uma fusão de ritos das diferentes heranças e tradições religiosas do país.
e) uma manifestação artística antiga e de abrangência nacional.
08. (ENEM) A Unesco condenou a destruição da antiga capital assíria de Nimrod, no Iraque, pelo Estado Islâmico, com a agência da ONU considerando o ato como um crime de guerra. O grupo iniciou um processo de demolição em vários sítios arqueológicos em uma área reconhecida como um dos berços da civilização.

Unesco e especialistas condenam destruição de cidade assíria pelo Estado Islâmico. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 30 mar. 2015 (adaptado).
O tipo de atentado descrito no texto tem como consequência para as populações de países como o Iraque a desestruturação do (a)
a) homogeneidade cultural.
b) patrimônio histórico.
c) controle ocidental.
d) unidade étnica.
e) religião oficial.
09. (ENEM) Calendário medieval, século XV 


Os calendários são fontes históricas importantes, na medida em que expressam a concepção de tempo das sociedades. Essas imagens compõem um calendário medieval (1460-1475) e cada uma delas representa um mês, de janeiro a dezembro.  Com base na análise do calendário, apreende-se uma concepção de tempo 
a) cíclica, marcada pelo mito arcaico do eterno retorno.  
b) humanista, identificada pelo controle das horas de atividades por parte do trabalhador.  
c) escatológica, associada a uma visão religiosa sobre o trabalho. 
d) natural, expressa pelo trabalho realizado de acordo com as estações do ano. 
e) romântica, definida por uma visão bucólica da sociedade.

10. (ENEM) No início foram as cidades. O intelectual da Idade Média – no Ocidente – nasceu com elas. Foi com o desenvolvimento urbano ligado às funções comercial e industrial – digamos modestamente artesanal – que ele apareceu, como um desses homens de ofício que se instalavam nas cidades nas quais se impôs a divisão do trabalho. Um homem cujo ofício é escrever ou ensinar, e de preferência as duas coisas a um só tempo, um homem que, profissionalmente, tem uma atividade de professor e erudito, em resumo, um intelectual – esse homem só aparecerá com as cidades.
LE GOFF, J. Os intelectuais da Idade Média. Rio de Janeiro: José Olympio, 2010.
O surgimento da categoria mencionada no período em destaque no texto evidencia o (a)
a) apoio dado pela Igreja ao trabalho abstrato.
b) relação entre desenvolvimento urbano e divisão de trabalho.
c) importância organizacional das corporações de ofício.
d) progressiva expansão da educação escolar.
e) acúmulo de trabalho dos professores e eruditos.

11. (ENEM). Analise as imagens abaixo.

Essas imagens de D. Pedro II foram feitas no início dos anos de 1850, pouco mais de uma década após o Golpe da Maioridade. Considerando o contexto histórico em que foram produzidas e os elementos simbólicos destacados, essas imagens representavam um
a) jovem imaturo que agiria de forma irresponsável.
b) imperador adulto que governaria segundo as leis.
c) líder guerreiro que comandaria as vitórias militares.
d) soberano religioso que acataria a autoridade papal.
e) monarca absolutista que exerceria seu autoritarismo.

12. (ENEM) A dança é um importante componente cultural da humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que representam as tradições e a cultura de várias regiões do país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, lendas, fatos históricos, acontecimentos cotidianos e brincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadas (com letras simples e populares) figurinos e cenários representativos. 
 SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Proposta curricular do Estado de São Paulo: Educação Física. São Paulo: 2009(adaptado)

A dança, como manifestação e representação da cultura rítmica envolve expressão corporal própria de um povo. Considerando-a como elemento folclórico a dança revela.

a) Manifestações afetivas, históricas, ideológica, intelectuais e espirituais de um povo, refletindo seu modo de expressar-se no mundo. 
b)  aspectos em inertemente afetivos, espirituais e de entretenimento de um povo, desconsiderando fatos históricos. 
c) acontecimentos do cotidiano, sobre influência mitológica e religiosa de cada região, sobrepondo aspectos políticos.
d)  tradições culturais de cada região, cujas manifestações rítmicas são classificadas em um ranking das mais originais.

13. (ENEM) Não só de aspectos físicos se constitui a cultura de um povo. Há muito mais, contido nas tradições, no folclore, nos saberes, nas línguas, nas festas e em diversos outros aspectos e manifestações transmitidos oral ou gestualmente, recriados coletivamente e modificados ao longo do tempo. A essa porção intangível da herança cultural dos povos dá-se o nome de patrimônio cultural imaterial.
(Internet:).
Qual das figuras abaixo retrata patrimônio imaterial da cultura de um povo?






RESPOSTAS
1. A 2.D 3.E 4.D 5.C 6.B 7.A 8.B 9.D 10.B 11.B 12.A 13.C